quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Uma adolescente,'vadia' (Diega)

Meu nome é Diega. Pois é, não sei como minha mãe teve coragem de colocar um nome tão rídiculo como esse, mas tudo bem. Eu tenho 16 anos, e o fato é: eu era uma garota virgem do corpo até a alma. Nunca namorei. Estudo em um colégio de um ótimo recurso. Estudava de noite e trabalhava em um super mercado de tarde. Ok, meu pai me ajudava pagando o colégio. A verdade, era queeu não suportava ficar á toa o dia inteiro. No colégio, tinha algo que me prendia: Alex. Ele estudava em minha sala. Adorava saber que ele, estava lá. Sentava ao meu lado. Sempre quis ele, de qualquer maneira. Porém, ele nunca me notou. Eu uma menina desajetada como sempre, quem mesmo iria olhar para mim. Dia de aula, me arrumei, dei um jeito no cabelo, e pronto: estava normal. Como sempre. Fui, sentei na cadeira, e tentei prestar a atenção. Mas algo estava errado. Algo que tirava minha atenção da aula. Alex ... Alex olhava para mim ! Eu colocava o cabelo sobre os meus olhos, para disfarçar, mas foi erro. Ele sabia que eu o amava e o desejava mais que tudo. Olhava para frente, e copiava os deveres, tentando disfarçar todos aqueles olhares que me comiam viva. Como eu amava . Terminando a aula. Arrumei minhas coisas, rapidamente. Queria entender o porque que ele me olhava tanto assim. Hoje meu pai me buscaria no colégio, certamente. Desci ás escadas. Sentia que Alex, ia atrás de mim. O que estava havendo ? Será que ele notou mesmo, que eu o amava ? Oh meu Deus. Não pode ser. Encostei na grade, e fiquei esperando meu pai. Como ele demorava. Alex estava do outro lado da escada. Sentia o olhar dele em minhas costas. Será que ele é retardado ? Como aquele olhar estava me encomodando. 22:45. Minha aula costumava acabar ás 22 horas. Com certeza havia algo acontecendo com meu pai. Senti meu celular vibrando. O tão abençoado do meu pai, mandou mensagem: Não irei buscar-la hoje. Meu trabalho me apertou hoje. Me desculpe ? Volte para casa e tome cuidado. Olhei aquela mensagem, e olhei para a rua escura. Nossa, acho que nunca me senti tão sozinha. E o pior: todos os alunos já se foram. Estava só eu e ele. Virei-me para olhar para ele. Ele atravessou a grade e pegou em meu braço:
- Ei, você vai ficar aqui, sozinha ? - Falou ele.
- Bom, eu já estava de saída. Pergunto o mesmo para você. - Respondi
- Eu estava preocupado contigo. Me desculpe de ficar de flexando com os olhares. Mas, não gostaria de deixar uma menina não linda como você, aqui. Nessa escuridão.
- Oh ... Obrigado. - Mexi no meu cabelo - Eu, agradeço pelo elogio mas ... não se preocupe, irei ir embora agora.
- Posso acompanhar-la ?
Olhei ele com os olhos arregalhados, mas logo respondi:
- Claro, claro que pode. - Nunca se tem uma oportunidade dessa. Ainda mais com o cara que eu mais desejo .Fomos andando, em passos devagar. Não tinha pressa. Meu pai não sairia do escritório dele, nem tão cedo. Vai ver, ele estava com aquela secretária que sempre de molhe para ele. Olhando para o chão, eu escutei:
- Sempre a achei muito linda sabia ? - Disse o Alex.
- Linda ? Eu ? Ah, não. Não acho que me ache linda.
- Acho sim ! Você é diferente, não usa maquiaguem como essas meninas de hoje em dia usa, para tentarem mais do que é.
Olhei para ele, sem entender. Que lindo saber que ele acha isso de mim.
- Obrigada novamente.
- Nada, verdade sempre tem que ser dita. Álias, não é de hoje que eu te noto.
Logo ele parou em minha frente. Deixei meu fichário cair. Estava tudo sombrio, escuro. Ninguém na rua. Ficava feliz por ter o Alex perto de mim. Peguei meu fichário, levantei rapidamente e o olhei. Que rosto lindo ele tinha ... Daria tudo, tudo para ter aquele rosto e aquele corpo para mim. E como eu queria aquele corpo. Olhei em minha volta, e vi um estreito lugar bem mais escuro de onde estávamos. Ele olhou também. Tinha medo que ele percebesse o que eu estava pensando. Álias, eu era um virgem. E estava com um prazer a flor da pele.
- Bem escuro aqui né. - Alex
- É, verdade. Meu pai está bastante enrrolado como sempre, e me deixou abandonada, aqui. - Eu
- Não está abandonada, por favor. Não fale isso. Estou aqui contigo.
Logo ele chegou perto de mim, e me beijou. Me assustei. Porém, correspondi o beijo. Era tudo o que eu mais queria. Entre beijo ele repetia O que eu sempre quis, e desejei, é você Diega. Não ! Não pode ser. Ele me queria também. Ele me carregava para o tal lugar estreito e me encostou na parede. Deixei minha bolsa cair do ombro e meu fichário cair no chão. Como eu o queria ... Quando percebi, ele já estava com a mão embaixo da minha blusa .Eu amei em saber que ele estava me dominando. Ele me beijava pelo pescoço lentamente. Eu o apertava ainda mais ao meu corpo. Ele era meu. Naquela noite, ele era meu para sempre ! Eu te quero Diega. Eu te desejo. Eu ... te amo . Ele falava isso, repentinamente. Tudo o que eu sempre quis, estava em minhas mãos. Ah, não acredito. Ele tirou minha blusa, juntamente com o sutiã. Segurei meus seios. Seria naquele momento em que algo mais lindo iria acontecer ? Em seguida ele tirou minhas mão de cima do meus seios, e comerçou a passar a língua nos bicos dos meus seios devagarzinho. Gemi ... como eu gemi. Como eu sonhava com aquilo. Com aquele momento. Peguei nos cabelos dele e o sufoquei com meus seios. Queria meu seios todinhos dentro da boca dele. Mas, como eu podia fazer isso, com um menino que eu mal conhecia. Mas eu o amava mais que tudo. Êxtase era o que eu estava sentindo no momento. Eu o queria mais que tudo. Ele me subiu mais ainda, e suspendeu minha saia. Tirou minha calcinha, e me chupou de leve. Gemi alto, e eu queria mais. Queria muito mais que isso. Senti a lingua dele passando devagar no meu grelinho, com muita saliva. O empurrei para a parede e mostrei quem eu realmente era. Tirei a calça dele e vi que ele não usava cueca naquele momento. Como gostei. Peguei gentilmente o pau dele o comerçei a chupar a cabeçinha. Escutei a respiração dele aumentanto. Isso quer dizer que ele estava gostando e que eu realmente sabia o que eu estava fazendo. Engoli o cacete dele todo até ele gozar. Mal sabia eu que aquele dia, seria nosso .Ele me suspendeu e me olhou e colocou uma camisinha no cacete dele. Sabia que seria tudo como eu sempre quis, então deixei que isso acontecesse. Ele penetrou o pau dele dentro de minha bct. Não sentia dor, sentia um êxtase subindo ainda mais. Pedi mais. Ele socava o pau dele dentro de minha bct com força, disso veio uma dor. Mas eu gostava. Porque da dor, vinha o tesão. Mais tesão do que dor. Gemia no ouvido dele, e ele sabia que eu queria mais. E tirou o pau dele e passou pelo meu grelinho devagar. Fiquei molhadinha rapidamente. Colocou novamente dentro da minha buceta. Ele me dava tapas na bunda e na cara, que me fazia ficar mais molhadinha ainda. Eu, Diega, perdendo virgindade com Alex. Nossa ... Gritei:
- Vai Alex. Penetre mais essa porra dentro de mim
- Com muito prazer. - Disse ele mordendo o lábio inferior.
Ele acertou no ponto. Me perguntava se eu era mesmo virgem. Porque, agora já não sentia dor nenhuma. Gozei no pau dele e gritei. Álias, nós gozamos juntos ... Depois de um tempo, ele me desceu do corpo dele. Colocando minha roupa, e estava o olhando. Perdi a virgindade com ele. Ele chegou perto de mim e falou:
- Ótimo ter isso ter acontecido.
- Ah, adorei. Saiba você que eu sempre quis isso.
- Eu sempre quis isso contigo também.
Olhei o relógio. OO:3O. Nossa, era hora de eu ir embora.
- Preciso ir Alex.
- Eu te levo até em casa.
Andamos. Ele pegou minha mão como se fossemos namorados. Chegando na minha casa, ele me pediu: Namora comigo ? Desculpe por tudo ter acontecido tão rápido, então me dou em conta que tenho que te ter. Ainda mais, sabendo que você era virgem.
Olhei para ele e me perguntei como ele sabia que eu era virgem. De certo, ele sabia de có. Álias, ele pegava todas ás meninas do colégio.
- Não posso. Sei que você quer que eu seja mais uma delas.
- Não fale besteiras, Diega. Contigo é diferente. Sempre te amei, e sempre amei seu jeito '' tímido'' de ser.
Meus olhos brilharam. Estava super feliz.
- Eu aceito.
- Então eu fico grato por isso, e te farei muito feliz.
Ele me deu um beijo e em seguida, ele passou a mão por baixo de minha saia. Tesão subiu novamente ... Era tarde, ele já estava virando ás costas para ir embora. Esperei ele desaparecer na escuridão e subi até meu apartamento. Pensei nele até adormecer. De manhã, dia novo. A vergonha pulou até meu corpo. Liguei para Marcela. E a contei tudo. Ela adorou e me disse, para eu deixar tudo de lado e viver essa fantasia. Foi o que decidi fazer. Marcela é minha melhor amiga. Do mesmo colégio e uma série a mais. Namorada do meu irmão, Kaique. Marquei de me encontrar com ela, e em uma hora ela veio.
- Não acredito que eu consegui namorar com ele !
- Nem eu amiga. Mas, ele é gostoso e agarre ele com todas ás forças.
- É isso que eu irei fazer amiga.
Logo o telefone tocou. Atendi. Era ele:
- Bom dia meu amor.
- A... Alex ?
- Sim, sou eu.
- Como soube o meu telefone ?
- Namorado, tem que saber de tudo, não acha ?
- Verdade.
- Eu liguei para saber o quanto eu te amo, e que conto os minutos para te ver.
- Eu também amor. Depois a gente se ver ok ?
- Ok, beijos e te amo.
Desliguei o telefone. Olhei Marcela, e ela sabia ... Eu realmente estava feliz com ele.
A noite chegou, e lá estava ele me esperando no portão do colégio. Eu confesso que dei um jeito no meu visual. Eu, fiz um coque no meu cabelo e passei um blosh nas buchechas. Ele percebeu, e falou que eu não precisava disso. Mas compreendeu. Afinal, queria está mais linda do que nunca para ele. Pegou minha mão, e entramos no colégio. Todos nos olharam. Não acreditavam que ele & eu estavamos juntos. Nem eu mesmo, acreditava nisso ... Muito mais tinha para vir Meu mundo girava ao torno de Alex. Ele sentou ao meu lado, e toda hora mandava mensagem para dizer o quanto eu era importante para ele. Semanas de passaram, e estava tudo ótimo. Tudo como eu queria. Porém, Victória não gostava disso. Ela odiava meu relacionamente com um menino, que antes era dela. Sentia pena dela. Dentre esses dias, no intervalo, meu irmão, Marcela e Alex, estavam todos reunidos. Cheguei perto deles, e Alex me abraçou por trás. Senti o pênis dele encostando mais na minha bunda que parecia que iria entrar. Nossa, ainda bem que estava escuro, e ninguém reparou. Dei um suspiro profundo e ele entendeu: eu estava adorando. Terminando a aula, nós fomos andando de novo para casa. Não teve nada demais. Fiquei com raiva de mim mesma. Achei que havia algo de errado comigo. Eu fiz algo errado ? Dei um beijo nele, e ele retribuiu com um beijo quente. Respondeu minha pergunta. Ele queria. Mas achei melhor paramos. Afinal, se meu pai me pegasse com ele ali, iria dá merda. Ainda mais, ele não sabendo que eu estava namorando. Que de lá fudendo Tudo estava ótimo. 2 meses se passaram. Eu tinha certeza que Alex, me amava mais que tudo. Será mesmo ? Eu acreditava que sim. Desde então, ele tinha parado com a galinhagem dele, e tudo, tudo era eu na frente. Decidimos que terminariamos o supletivo de 1 e 2 ano juntos e o terceiro ano, iríamos fazer nos outros meses que sobrariam, um intercâmbio. Estados Unidos, era o que mais queríamos. Não queria mais nada. Mas necessitava de mais uma coisa. Falar com nossos pais. Será mesmo que valeria a pena ? Tomara. Perdi minha mãe em um acidente de carro, então, sobrou meu pai. Meu velho e bravo pai. Temia muito no que iria acontecer ... Temia muito. Marquei de me encontrar com Alex em frente ao Bob's que tinha lá perto da casa dele. Ele me abraçou e deu uma lambidinha no meu pescoço devagar. Aquilo me deixou muito excitada. Mas controlei minha vontade. Afinal: estávamos lá para resolver um probleminha. Álias, um problemaço.
- Alex, como nós ficamos ?
- É amor, queria que você conhecesse minha família.
- Hoje ?
- Sim, eles estão nos esperando.
Aquilo foi como água fria caindo ao meu corpo. Como ele era perfeito até nisso. Aceitei seu convite, e fomos até lá, encontrar a tão falada família de Alex. Chegando lá, fui recebida de bom agrado. Eles me falaram que Alex sempre falava de mim. E bem. Aquilo melhorou minha tarde toda com eles. Ele me beijava toda hora, e mostrava o quanto me amava na frente de sua família. Ajudei sua mãe a lavar a louça e assim, nós fomos embora. Ele me levou até em casa, e assim, adormeci até o dia seguinte. Pensando em como seria convencer meu pai desse namoro. Acho que não seria preciso falar que eu já transava com Alex. Ou seria ? Meu pai naquele dia estava de folga. Então, provavelmente, ele não estaria tão extressado assim. Tomara mesmo. Avisei á ele que me encontraria com Marcela, na casa dela. Mito. Eu iria me encontrar com Alex. Na casa dele. Seus pais tinham saído, então, estava tudo como nós queríamos. Peguei meu celular no meio do caminho e vi a hora: O8:3O. Cedo demais para ir até lá. Tinha que me preparar. Acho que eu não iria ir lá para conversar apenas de como comunicar ao meu pai do nosso namoro. Passaram-se 5 meses e acho que já era hora. Já passava da hora. Peguei uma chuchinha dentro de minha bolsa e amarrei meu cabelo em coque. Coloquei um óculos escuro. Bom, eu realmente nunca me achei tão linda. Eu estava linda, sem maquiagem, sem nada. Beleza natural. Com um leve short e uma blusa regata caindo um pouco em cima do short. Alez iria adorar me ver assim. Fui ao shopping e peguei meu netbook. Internet de graça e eu dava graças a Deus a isso. Entrei no messenger e ele estava online. Logo uma página se abriu.
- Oi amor, estou te esperando aqui.
- É, eu já estou indo meu amor. É, que acho que está muito cedo para dá ás caras ai.
- Rs. Para com isso. Nunca é cedo para me amar.
- Já estou indo. Beijos amor.
Desliguei o net e olhei pelo shopping, pensando em como iria ser minha segunda vez com ele. Queria que fosse melhor. Bem melhor... Cheguei em frente ao prédio dele. Subi ás escadas, já que o apartamento dele era no 1° andar, e parei na porta de seu apartamento. Respirei fundo e apertei a campainha. Rapidamente ele abriu só com uma toalha amarrada na cintura. Olhei aquele corpo e senti o tesão subiu por dentro do meu corpo. Me controlei novamente. Afinal, era a segunda vez que iria fazer sexo com Alex. Veio em minha mente quando o pênis dele entrou pela primeira vez pela minha bct. Ele me pegou pela cintura e me beijou. Muitas coisas iriam acontecer naquele momento. Oh my god. Como eu o queria. Ele enfiava a língua dentro da minha boca que parecia que iria me devorar. Rapidamente ele passava a mão pelo meu corpo, fazendo-me tremer por inteiro. Ele tirou minha regata em um segundo só, beijando-me agora pelo pescoço, passando a língua devagar que em cada linguada eu me sentia mais e mais desejada. Foi tirando meu sutiã ainda beijando meu pescoço, fazendo-me gemer baixo com muito tesão. Comerçou dando beijos (selinhos) de leve em cada bico dos meus seios. Como eu amei aquela novidade. Passou a lingua devagar e circulamente nos meus seios. Com isso, foi abaixando sua mão que entrou dentro de meu short juntamente de minha calcinha. Ele passou o dedo pelo meu grelo e falou: Hum ... está molhadinha como eu gosto. Dei-lhe um sorriso malicioso para ele, com satisfação. Passando a lingua pelos meus seios e passando o dedo no meu grelinho, só em cada sensação, eu gemia cada vez mais. Pedi:
- Enfia esse dedo lá no fundo vai, Alex.
Ele respeitou gentilmente, e aquilo me fez gritar, em um só impulso.Tirei o dedo dele de dentro de mim e junto com meu short e calcinha. Tirei a toalha dele e vim o trazendo até a mesa da sala. Ele me pôs até a mesa e se abaixou. Nisso ele passou a lingua de leve no meu grelinho. Aumentando a velocidade de sua lingua em minha bct, ele chupou meu grelinho e colocou sua lingua inteirinha dentro de minha bct. Gemi, muito alto quando sua lingua penetrou: Hum ... Vai cachorro, enfia essa lingua dentro de mim. Ele enfiou mais rápido. Colocou um dedo dentro de minha bct e chupou me grelinho todo. Me olhou e perguntou: Assim que você quer, safada ? Não precisei responder. Ele sabia que o que eu mais queria ainda estava para vir. Logo ele tirou o dedo e se levantou. Me beijou com um beijo quente e parou com selinhos. Ficou passando seu pênis devagar no meu grelo me fazendo tremer de tesão. Ele parou de passar e em seguida, ele me desceu da mesa e me pôs de bruso para a mesa. Me apoiei na mesa, joguei o cabelo para o lado e ele passou o pênis na minha bunda e e penetrou dentro de minha bct. Pegando em minha cintura ele metia devagar. Gemia baixo e eu estava adorando. Ele comerçou a mandar brasa. Enfiava com força e com mais rapidez. Comerçei a arranhar a mesa que era de madeira. Isso ia dá confusão, mas não quis pensar nisso. Quis pensar no que estava acontecendo. Ficamos naquele momento lindo e brilhante por um bom tempo. Ele me pôs de frente para ele e enfiou com mais força aquele cacete dentro de mim. Até que algo não esperado aconteceu: Gostosa ... Você é muito gostosa Victória. Ódio e raiva passou pelo meu corpo inteiro. Sai de perto dele e peguei a toalha que antes estava nele e me enrrolei. Vi lágrimas escorrendo ... Aquilo não era real. Não podia ser. O tesão desapareceu e se fez em ficar com ódio e raiva. Olhei para ele com os olhos vermelhos de choros. Ele me olhou e falou:
- Me desculpe meu amor.
- Não me chame de meu amor, Alex. Que merda cara. Como você pode me chamar de Victória ?
Ele ficou sem fala. Ele sabia do que eu estava falando. Ele estava me traindo com a Victória. Seu olhar se entregava. Eu amava tanto ele, sempre fui tão fiél. Tinha vezes que o tesão apertava e eu me masturbava para não ficar com mais ninguém. ( É, eu pensava desse jeito gente ¬') Como ele pode falar assim comigo.
- Olha ... Me des... - Ele tentou terminar, mas eu o interrompi e já estava colocando minha roupa enquanto falava.
- Não, não termine de falar. Não precisa terminar de falar.
Terminei de me arrumar e sai o deixando do jeito que ele estava. Nú e querendo perdão. Não queria acreditar no que ele fez.
          Cheguei em casa e me desabei. Não parei mais de chorar. Fiquei no meu quarto até adormecer. Dormi até o dia seguinte. Faltei aula por causa dele. Pela merda que ele fez comigo.Dia seguinte chegou. Chegou da pior forma possível. Me olhei no espelho e eu estava pior que sempre. Sempre fui horrível, agora então ... Olhos enchados, não dá. Liguei o meu netbook, entrei no messenger e vi ele online. Abriu uma página rapidamente: Meu amor, me desculpe. Por favor. Volte para mim. Por favor . Fiz questão de sair do messenger. Dei uma olhada no meu celular e vi 54 chamadas não atendidas dele. Sem contar ás 13 mensagens dele. Deletei ás listas de chamada e mensagens. Chorei ainda mais. Porque que ele fez isso comigo meu Deus ? Me sentei em meu puf e mandei uma mensagem para Marcela. Pedi para ela vim até minha casa. Ela precisava vim, o mais rápido possível. Desci ás escadas até a sala e lá vi meu pai. Ele percebeu meu desespero em meu olhar e perguntou o que houve. Abri o jogo, mas falei mentira: Ah pai, estou apaixonada por um garoto e ele me pediu em namoro. Eu aceitei e estou super feliz. Com medo do que iria acontecer comigo, eu fechei os olhos. Mito total do que eu achava dele: Ah minha filha, que ótimo. Estou orgulhoso de você. Muito orgulhoso. Agora papai vai ir até o escritório. Em seguida, ele me deu um beijo na testa o que me fez ficar mais tranquila. Ele saiu e lá estava eu sozinha. 5 minutos depois, minha campainha tocou. Atendi, achando que era Marcela. Mas em minha frente havia muito mais que Marcela. Havia mais dor do que felicidade. Um sorriso eu tinha dado, mas esse sorriso exatamente desapareceu e muito rápido.
- Dig, me escute por favor.
Abaixei minha cabeça e comercei a chorar.
- Porque Alex, porque você está fazendo isso comigo ? Porque não me deixa em paz ?
- Não posso. O que eu fiz, foi errado. Muito errado.
Em seguida eu o olhei e vi, em seu olhar que ele estava mesmo arrependido. Mas não dei corda. Já me enganei nesse olhar uma vez, não queria me enganar outra vez.
- Ainda bem que você sabe. - Secando ás lágrimas eu disse.
- Meu amor, eu te amo. Fui fraco eu sei. Eu trai você. Me desculpe.
Ele em seguida me abraçou. Fechou a porta atrás dele e cantou:
Pela janela do meu quarto eu vejo a chuva, penso em você no meu amor que nunca muda. Espero o dia inteiro e você não vem. Amor igual ao meu não vai ter de ninguém. Nas esquinas escuras e de qualquer lugar, já não sei mais aonde procurar. Para te dizer as coisas que eu sempre quis. Te roubar para mim e te fazer feliz. Não sabe o que é ter que esquecer. Cada minuto cada estante que eu passei com você.
Ele se cessou em um momento. Ele sabia que eu amava aquela música. Eu o abracei muito forte, mas logo o larguei.
- Me deixe em paz, Alex.
- Quer mesmo isso ? Vou viaja amanhã mesmo, para casa do meu tio. ( Seu tio morava em Argentina)
Me separei ainda mais.
- Vai lá, vai mesmo.
- Tem certeza que quer eu vá mesmo ?
- Vai e me deixe em paz.
O empurrei para fora de minha casa, e me arrependi. Quando abri a porta novamente, ele já tinha desaparecido. Fechei a porta e me sentei no sofá. Comercei a chorar e minha cabeça já estava latejando com tanto choro e dor. Nesse momento Marcela chega. Ela sabia o que estava havendo comigo. Mais até que eu. Ela já passou por isso. Ela veio correndo me abraçar, e era só isso que eu precisava.
- Amiga, pare de chorar, please!
- Não consigo !
- Já sei ! Hoje vai ter uma festa lá na casa do Jonata da minha sala, conheçe ?
- Já o vi, mas nem vem, Marcela ... Por favor.
- Te ver chorando é que eu não vou ficar vendo. Volto para te buscar ás 17 horas. Vai ser até ás O4:OO da manhã. Já que amanhã é conselho de classe e depois é férias Julho. Tão esperada férias, amiga. Sorria. Hoje é seu dia.
Não podia recusar. Eu tinha que ir. Quando Marcela coloca na sua cabeça que eu tenho que ir, eu tenho que ir. Ela é mãe e amiga. Sabe o que é bom para mim. Ela saiu quando eu estive melhor. A tarde passou até ás 16:OO. Comercei a me arrumar e passei uma maquiagem que me fez ficar igual aquelas meninas de revistas. Ok, ok. Confesso, eu estava linda. Passei um belo perfume marcante e escutei uma buzina tocando. Com certeza era ela ... Fui andando desanimada para lá pra baixo e vi um limosine. Acho que me confundi de carro. Foi quando Marcela saiu do carro com Kaique e um tal de Victor. Era ela mesmo, e eu tinha que me divertir. Afinal, essa noite talvez a festa prometia muitas coisas. Peguei meu vestido e corri até ela. Era festa á fantasia. Entrei no carro, olhei nos lados e vi muitos champanhes. Oh my god. Hoje seria meu dia. Peguei um copo com champanhe e fui a festa saboreando o mesmo copo. Chegando na porta do casa do Jonata, coloquei minha máscara. Peguei meu vestido novamente e sai. Olhando ao meu redor, vi que estava tudo perfeito. Como eu sempre quis. Mas a dor ainda estava em meu coração. Lembrei que Jonata era amigo do Alex. Pronto, tudo perfeito. Como eu não queria agora. Fui andando com meus companheiros de carro, até a festa e entrei no salão. Estava lotado e com um ótimo Dj. Olhei em volta, tinha mais de 2 Dj. Jonata veio nos comprimentar, porém a última foi eu. Ele me deu um beijo no pescoço e falou: Nossa, que belo perfume ... Igual a dona. Espero que se divirta, com minha festa. Senti um arrepio, mas dei um sorriso amarelo. Ele me convidou para dançar e aceitei. Dançamos por um bom tempo. A última música, nós tinhamos que dançar coladinhos. Não podia me enganar novamente. Me serviram uma caipirinha, que ardia em minha mente, e estava muito boa. Pedi licença ao Jonata e fui sentar em uma cadeira. Tomei umas 7 caipirinhas. Ah festa estava rolando e eu lá sentada. Agora eu já não era a mesma. Agora eu estava doida pela bebida. Veio um menino que não consegui ver o rosto e me deu um beijo na boca ardentemente. Depois do beijo eu sorri e olhei para ele. Era o Jonata. Falei: Você de novo Jonata ? Me ama muito né ? Ele respondeu: Quero te amar essa noite. Olhei para ele e olhei para o meu lado, e lá estava Alex, olhando para a gente. Não deu outra: Beijei o Jonata e o levei até o banheiro masculino. Queria dá o troco. Queria fazer o Alex pagar por aquele sofrimento. E era o que eu ia fazer. O encostei na parede e fui beijando o pescoço dele levemente até a respiração dele ficar mais profunda e rápida. Ele apertava minha bunda como do jeito que eu queria. Peguei o rosto dele com foça fazendo a buchecha dele estufar para frente e dei um selinho e em seguida uma linguada no lábio dele. Ele adorou. Fui mais para baixo e tirei a calça dele e abaixei. Chupei tudo e ele gemia sem parar. Chegou um amigo dele, que viu aquela cena e ele adorou também. Chamei ele para entrar naquela. Chupei o pênis dos dois. Em seguida eles me colocaram eu apaioda com ás maos na pia. Queria eles dois. E eles me queriam também. Levantou meu vestido e deu um tapa com força na minha bunda. Arrepiei. Ele abaixou minha calcinha e viu minhas partes. Eu olhava de lado para ver se ele estava gostando e o pênis dele me mostrou e respondeu minha pergunta. Olhei para o tal amigo dele, ele mordia os lábios com tanta excitação. Jonata colocou uma camisinha e mandou ver. Eu gemia e nem me importava com nada. Eu tinha me tornado uma vádia. Era isso que o Alex me tornou. Lembrei dele e perdi o tesão. Tirei o pau dele de minha bct e sai daquele banheiro. Tenho certeza que eles nao me entenderam. Jonata pôs sua calça foi atrás de mim. Ele sabia que tinha algo de errado. Fui para o quintal dele solitário e sombrio e lá estavamos nós. Juntos e sozinhos. Eu tinha que me entregar a ele para esquecer o Alex. Ele me encostou na arvore, e me suspendeu para cima. Penetrou o pênis dele dentro de mim novamente. Gemi. Estava agora gostando disso. Fazia o possível para não lembrar dele. Ele me beijou com quentura que me arrepiou e me fez gemer mais ainda. Ainda penetrando só que mais rápido, senti sua respiração ofegante. Falei: Vai cachorro, agora eu sou sua. . Ele deu um sorriso de aprovação e meteu mais forte e com mais força. Pegou minhas buchechas e mordeu um pouco do meu lábio inferior. Nós gememos juntos e gozamos juntos. Estava satisfeita. Tinha dado o troco. Mas e agora ? Eu gostei & viciei ? Talvez. Dei um sorriso aliviador para Jonata. Ele me deu um selinho o que me fez ficar mais aliviada ainda. Mordisquei os lábios dele devagar e ele deu um leve sorriso de aprovação. Fui ate festa e me serviram mais de suas bebibas deliciosas. Não aguentei mais. Marcela apareceu na hora certa e eu ja estava ficando tonta. Desmaiei. Acordei de manhã com muita dor de cabeça, suja e fedida de álcool. Odeiei-me por inteira. Me levantei meita tonta ainda, pela noite interior, e fui tomar um banho. Passei a mão pela minhas partes intimas e lembrei de como noite interior foi perfeita e complicada por um momento. Perfeita porque além de ter dado troco foi prazeroso. Sorri de contente. Quando sai do banho, eu fui para computador checar o que tinha de bom lá no messenger. É, não tinha nada de bom. Nada de bom MESMO. Mal entrei e abriu uma página: Porra, tô sabendo que tú andou dando para meu melhor amigo. É, era ele mesmo: Alex. ... (continua...)